O avanço da Internet e a evolução do e-commerce trouxeram muitas facilidades, como adquirir produtos e bens sem sair de casa, mas também trouxe uma infinidade de golpes. Não importa o mercado, se é de carros, imóveis, calçados, roupas ou pacotes de viagens, golpistas nos cercam por todos os lados e é preciso estar atento para não cair em nenhum negócio fraudulento na hora de comprar um carro pela internet.

Como não cair em golpes na hora de comprar um carro pela internet

Desconfie de ofertas muito abaixo do que se vê por aí. Essas condições incríveis não seriam oferecidas a um mero desconhecido, caso fossem verdade. A pessoa com certeza beneficiaria seus parentes e amigos com um desconto de funcionário, por exemplo.

Verifique o Renavan e realize uma vistoria no veículo para se certificar que o mesmo se encontra em bom estado e qual sua real condição.

E o principal: certifique-se de que a loja com a qual pretende fazer negócio tem boa referência no mercado, pesquise bastante antes de colocar seu veículo nas mãos de qualquer um. E garanta que está realmente fazendo negócio com tal loja, pois impostores utilizam informações de marcas conhecidas para aplicar golpes.

A RB Multimarcas, por exemplo, conta com um sistema de atendimento descomplicado, fácil e rápido via WhatsApp, site e redes socais, pelos quais interessados podem tirar dúvidas sobre os veículos da loja sem sair de casa. Por isso é importante estar atento se o vendedor de fato é da loja a que se refere, certifique-se, pesquise, lojas de referência como a RB Multimarcas têm seus contatos facilmente disponibilizados, basta uma ligação para confirmar a procedência.

Conheça os golpes mais comuns na hora de comprar um carro pela internet

  • Gasparzinho: um dos golpes mais comuns é o Gasparzinho. O carro é anunciado nos mais diversos meios de comunicação, como Internet, TV, jornais, dentre outros, com condições vantajosas para o consumidor. Ao receber o contato de um possível comprador, o golpista informa que o carro está em outro Estado mas pode ser entregue sem custos. Além disso ele ainda envia fotos e vídeos do veículo e convida o comprador para vê-lo pessoalmente. Então o golpista afirma ter recebido uma proposta e informa que só pode segurar o carro mediante o pagamento de um sinal, que geralmente é o valor da entrada. Receoso em perder o “negócio da China”, o comprador acaba efetuando esse depósito e depois disso nunca mais consegue contato com o tal “vendedor”.
  • Direto de Fábrica: o golpista faz anúncios ou convence o possível comprador de ser amigo ou parente de um funcionário de determinada montadora e fala que, por ser empregado, ele teria direito de 10 a 18% na compra de carros, que variam de acordo com o veículo. Após a conversa, “coincidentemente” eles se encontram com o tal funcionário que confirma toda a história e ainda apresenta crachá e tabela de preços dos veículos no papel timbrado da firma. Mas avisa que o valor total ou a entrada (para parcelamentos) devem ser pagos imediatamente, pois saem da conta do funcionário. Então o comprador faz o depósito e nunca mais encontra o tal funcionário.
  • Prisioneiro: nesse golpe os veículos são oferecidos a preços muito baixos devido ao fato de estarem indo a leilão por algum motivo, como excesso de multas, financiamentos não quitados, impostos atrasados, dentre outros. Em alguns casos, o golpista consegue até levar o comprador em um pátio para ver o automóvel, mas após o depósito, o golpista desaparece e o dinheiro do alvo também.
  • Consórcio: o golpista oferece a venda de consórcios sorteados em condições bem atraentes e ainda afirma conhecer pessoas que podem fazer a cota ser sorteada por vários motivos. Ao demonstrar interesse, o golpista pega os dados da vítima, que, claro, realiza um depósito para pagamento da taxa de transferência da titularidade do consórcio e, adivinha? Nem carro, nem dinheiro.
  • Consignado: muita atenção a esse golpe! Praticado por lojas de carros sem idoneidade esse crime pode ter vários desfechos. Primeiramente, a loja faz contato com proprietários de veículos com a placa “Vende-se” e convence o dono a deixar seu carro para venda. Com isso, a loja pode aplicar três tipos de golpe:
  1. Pegar os documentos dos interessados, dar entrada em financiamentos deixando-os como garantia e depois informar que o crédito não foi aprovado, embolsando, em seguida, o dinheiro;
  2. Vender o veículo e não transferir para o novo comprador. Além disso, afirmar ao proprietário que ele foi roubado. E claro, ficar com o dinheiro;
  3. Vender o veículo falsificando a documentação e utilizando procuração de venda falsa. Aqui também alegam ao proprietário que o carro foi roubado.
  • Telefonia: os golpistas disparam mensagens de textos informando que a pessoa ganhou um carro e deve fazer uma recarga em valores bem altos. Além de não receber nada, você estará ajudando o crime organizado.
  •  WhatsApp: esse golpe tem crescido muito com a ampla utilização do aplicativo. Os golpistas espalham anúncios com ofertas incríveis em sites de compra pela internet, assim como no golpe Gasparzinho. Da mesma forma enviam fotos e vídeos e oferecem inúmeras facilidades para os compradores. O mais assustador é que eles ainda usam informações de uma loja conhecida de veículos. Ao efetuar o depósito o golpista bloqueia o comprador e desaparece com seu dinheiro. Por isso, conforme falamos anteriormente, certifique-se com quem você está fazendo negócio.