Um financiamento é feito quando o comprador não possui o valor integral para adquirir o veículo, e a loja facilita a forma de pagamento, apresentando diversas condições. Hoje, vamos mostrar como funciona o financiamento de carros e taxas.

O que é o financiamento de carros?

O financiamento de carros possibilita a compra de um carro novo ou usado de forma parcelada. Mas o valor das prestações e o número das parcelas variam de acordo com o combinado entre quem está comprando e a instituição financeira. Logo, a loja que está vendendo o veículo não participa deste acordo.

Como funciona o financiamento de carros?

Os financiamentos de carros são realizados em bancos públicos ou privados. Para ser realizado o financiamento o banco solicitará os documentos necessários, como RG, CPF e comprovante de renda.

Ao solicitar o financiamento, o consumidor só poderá destinar o dinheiro para a compra daquele bem específico, já que não será permitido utilizar para adquirir outros bens.

O pagamento poderá ser feito em valor total parcelado, mas o consumidor pode ainda dar uma entrada para diminuir a quantia que será dividida em parcelas.

Se a pessoa tiver um financiamento e quiser vender o carro, poderá transferi-lo para outra pessoa, desde que o banco aprove a cessão de direitos. O banco fará uma análise e solicitará os mesmos documentos ao novo comprador. Assim que aprovada, será cobrada uma taxa para a transferência.

Já para o financiamento de carros antigos, algumas instituições definem um limite de idade para o veículo, de aproximadamente 20 anos. Os carros clássicos e de colecionadores deverão ser procurados por financiamentos específicos ou alternativos para assim conseguir a liberação do crédito.

Quem pode fazer um financiamento?

Qualquer pessoa pode realizar um financiamento, desde que tenha a aprovação do banco. O banco analisa a comprovação da renda, o valor das parcelas e se a pessoa está com o nome negativado; nesse caso, as chances de financiar são mínimas.

Preciso dar uma entrada?

Os carros podem ser até 100% financiados, mas são raros os casos em que é aprovado esse tipo de financiamento, já que as parcelas e os juros ficam muito altos. Geralmente os bancos pedem uma entrada de 20 a 30% do valor total, mas para que as taxas fiquem boas para o consumidor, o ideal é dar uma entrada maior que 30% do veículo.

Quais são os tipos de financiamento?

Há diversos tipos de financiamento. O mais comum é o Crédito Direto ao Consumidor (CDC), no qual o comprador do carro precisa pegar um empréstimo com o banco, que será pago em parcelas. Os valores das parcelas, bem como das taxas cobradas, variam de acordo com o que foi negociado com o banco.

O carro fica no nome do comprador, mas se o pagamento das parcelas atrasar, sem acordo entre as partes, o banco poderá entrar com uma ação judicial para o carro ser leiloado e o consumidor perde todo o valor investido. Além disso, atrasar as parcelas prejudica a aprovação de futuros financiamentos.

Outra opção de financiamento é o Leasing. Ele funciona como um aluguel e o consumidor paga uma taxa ao banco mensalmente para poder usar o carro. Entretanto, o consumidor não possui direito sobre o carro, já que fica em nome do banco. Só no fim do acordo, com as parcelas e taxas de juros quitadas, o consumidor passa a ser dono do veículo. O banco poderá entrar com uma ação judicial se as dívidas não forem pagas. Neste caso, retomará o veículo e o consumidor ficará sem o carro e também sem ganhar valor algum.

A última opção é o consórcio, que possui taxas menores, já que não existe incidência de juros. Neste tipo de financiamento, os valores pagos correspondem à taxa de administração e impostos.

Ao optar pelo consórcio, a pessoa será conduzida a um grupo administrado por uma instituição, em que todos os meses todos os participantes irão pagar um valor para formar uma poupança.

O dinheiro arrecadado é usado para comprar os veículos dos consorciados. Além disso, todo mês é sorteado um ou mais participantes do grupo, que receberão a carta de crédito com o valor para comprar o seu veículo.

O recebimento da carta pode ser adiantado, desde que a pessoa dê um lance e apresente um valor para quitar as futuras parcelas. Com o lance aceito, a pessoa recebe a carta e estará apta a comprar o veículo.

No entanto, mesmo com o recebimento da carta, as obrigações financeiras não serão anuladas. Se o consumidor deixar de pagar as parcelas em dia, deixa de participar dos sorteios e pode ser excluído do grupo do consórcio.  Se excluído, ele pode receber de volta os valores já pagos descontados as multas previstas em contrato.

Como funcionam as taxas de financiamento?

O banco é quem determina as taxas de juros. Entretanto quem opta pelo CDC ou pelo Leasing, já sabe quais serão as taxas aplicadas no contrato. Estas não sofrem alterações.

Para quem opta pelo consórcio, considera-se o valor de um determinado modelo de carro. Assim, a taxa de administração não sofre alteração, porém as parcelas podem sofrer reajustes.

Como são aplicadas as multas?

Os consumidores precisam ficar atentos quanto à multa e aos juros. É preciso saber que, a multa paga não pode ser maior que 2% em relação ao total da dívida.

Nos casos dos financiamentos do tipo CDC e Leasing, os juros não podem ultrapassar 1% do total da dívida. Para quem opta pelo consórcio, será aplicada uma multa de 2%, incluindo as despesas da cobrança, também podendo atualizar o valor da parcela em decorrência da alteração no valor do carro.

Quais são as vantagens do financiamento?

O financiamento de carros possui algumas vantagens. São elas:

  • Antecipação do pagamento das parcelas;
  • Negociação de valores;
  • Rapidez em conseguir comprar um carro;
  • Não é necessário ter o valor total naquele momento.

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